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O
que é autismo?
Crianças
com autismo demonstram deficiência em: 1) interação social, 2) comunicação
verbal e não-verbal, e 3) interesses ou comportamentos repetitivos.
Adicionalmente, crianças com autismo geralmente têm respostas incomuns a
experiências sensoriais, como certos sons e aparência de objetos. Cada um
desses sintomas variam em escala de moderados a severos em cada criança
individualmente. Desta forma, uma criança pode ter pouco problema para aprender
a ler, porém apresentar interação social muito ruim. Cada criança mostrará
padrões de comunicação sociabilização e comportamento que são individuais
mas se encaixam no diagnóstico geral de autismo.
Crianças
com autismo não seguem os padrões típicos de desenvolvimento. Em algumas
crianças, pistas de problemas futuros podem ser aparentes desde o nascimento. Na
maioria dos casos os problemas de comunicação e habilidade social ficam mais
evidentes à medida que a criança fica atrasada em relação às outras de
mesma idade.
O
autismo é definido por um certo conjunto de comportamento que variam de leves a
severos. A seguir alguns possíveis indicadores de autismo identificados pelo Public Health Training Network
Webcast:
Possíveis indicadores de autismo:
* Não balbuciar, apontar ou fazer gestos significativos até 1 ano de idade.
* Não falar uma palavra até 16 meses.
* Não combinar duas palavras até 16 meses.
* Não responder ao nome.
* Perda de linguagem e habilidades sociais já adquiridas.
Outros
indicadores de autismo:
* Contato de olho ruim.
* Parecer não saber como brincar com brinquedos.
* Ficar observando excessivamente brinquedos e outros objetos.
* Ficar ligado a um brinquedo ou objeto em particular.
* Não sorrir.
* As vezes parece ter problema de audição.
Diagnóstico
do autismo
Ao avaliar a criança, os médicos baseiam-se em características do seu
comportamento para fazer o diagnóstico. Alguns comportamentos característicos
do autismo podem estar aparentes nos primeiros meses da vida da criança, ou
podem surgir a qualquer momento durante os primeiros anos. Para diagnosticar
autismo, problemas em pelo menos uma das áreas de comunicação,
sociabilização ou comportamento restrito devem estar presentes antes dos 3
anos de idade.
Opções
de tratamento para o autismo
Não há apenas um único melhor tratamento para crianças com autismo. O que a
maioria dos médicos concorda é que intervir cedo é importante e que a maioria
das pessoas com autismo responde bem a programas especializados bem
estruturados. Antes de tomar decisões sobre o tratamento de seu filho, é
importante colher informações sobre as várias opções disponíveis. Aprenda
o mais que puder, examine as opções e faça sua decisão baseada nas
necessidades do seu filho.
Os guias usados pela Sociedade Americana de Autismo e National Institute of Mental Health
incluem as seguintes perguntas que pais podem fazer sobre tratamentos
potenciais:
* O tratamento poderá resultar em danos à criança?
* Se o tratamento falhar, como isso afetará criança e família?
* O tratamento foi validado cientificamente?
* Como o tratamento será integrado no programa atual da criança?
* Qual foi o sucesso do programa de tratamento para outras crianças?
* Como as crianças se saíram na escola?
* A equipe tem treinamento e experiência em trabalhar com crianças e
adolescente com autismo?
* Como as atividades são planejadas e organizadas?
* Há rotinas e horários?
* Quanta atenção individualizada a criança receberá?
* Como o progresso é medido? O comportamento da criança será acompanhado de
perto e registrado?
* A criança receberá tarefas e recompensas que são individualmente
motivadoras?
* O ambiente é desenhado para minimizar distrações?
* O programa me preparará para continuar a terapia em casa?
* Qual é o custo, localização e comprometimento de tempo do programa?
Adultos
com autismo
Alguns
adultos com autismo são capazes de ter sucesso na carreira profissional.
Porém, os problemas de comunicação e sociabilização freqüentemente causam
dificuldades em muitas áreas da vida. Adultos com autismo continuarão a
precisar de encorajamento e apoio moral em sua luta para uma vida independente.
Pais de autistas devem procurar programas para jovens adultos autistas bem antes
de seus filhos terminarem a escola. Caso conheça outros pais de adultos com
autismo, pergunte sobre os serviços disponíveis.
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