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Chapinha
ou prancha alisadora de cabelos é um instrumento usado para alterar a estrutura
do cabelo com ajuda do calor. A chapinha alisadora foi patenteada por Simon E. Monroe
em 1906, enquanto em 1909 Issac K. Shero
patenteou a prancha alisadora moderna composta de dois ferros lisos que são
aquecidos e pressionados um contra o outro.
No
Brasil, o uso das chapinhas alisadoras se popularizou bastante por
volta do ano 2000. Ela é largamente usada em salões de beleza, mas também há
muito uso doméstico das pranchas alisadoras umas vez que elas podem ser
facilmente adquiridas em lojas de departamentos.
No Brasil, o uso em larga
escala das chapinhas alisadoras está relacionado ao fato de que em torno de 60%
das mulheres brasileiras têm cabelos ondulados (dados da Associação
Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos). Porém,
o uso das chapinhas alisadoras não está restrito apenas às mulheres com
cabelos ondulados, uma vez que as que têm cabelos lisos também a podem
utilizar para dar melhor forma ao cabelo.
As
pranchas alisadoras modernas têm elementos de cerâmica para aquecimento, os
quais causam menos danos aos cabelos, são mais eficientes e aquecem mais
rapidamente. As chapinhas alisadores mais baratas geralmente não usam cerâmica
para aquecimento. Muitas pranchas alisadoras mais avançadas usam tecnologia
iônica ou de luz infra-vermelha, as quais poderiam vedar a umidade e
oleosidade, e reduzir a estática e ondulação.
Dependendo
do tipo de cabelo, o uso contínuo de chapinha alisadoras pode causar variados
graus de danos capilares, como pontas duplas, rarear o cabelo ou torná-lo
quebradiço. Desta forma, muitas companhias começaram a fabricar spays e cremes
para proteção do calor, os quais poderiam reduzir a quantidade de danos aos
cabelos causados pelas chapinhas.
As pranchas alisadoras devem apenas ser
utilizadas em cabelos secos, a menos que seja especialmente fabricadas para
cabelos molhados com aberturas para deixar a umidade sair.
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