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O risco de transmissão do citomegalovírus através de contato casual é muito pequeno. O vírus é geralmente transmitido de uma pessoa infectada aos outros através de contato direto com fluidos corporais, como urina, saliva e leite materno. Citomegalovírus também é transmissível sexualmente. Ele
ainda pode ser contraído através de transfusão de sangue ou transplante de órgão.
Embora o citomegalovírus pode ser contraído através da amamentação, infecções que ocorrem a partir do aleitamento geralmente não causam sintomas nos bebês, e não há recomendação contra amamentar. Uma vez que a infecção por citomegalovírus depois do nascimento
pode causar doença em bebês prematuros ou com pouco peso, as mães desse bebês devem consultar seu médico sobre amamentar.
Transmissão do citomegalovírus na gravidez
Nos Estados Unidos aproximadamente 30-50% das mulheres nunca foi infectada pelo citomegalovírus. Em torno de 1-4% das mulheres que nunca foram infectadas
tem a primeira infecção durante a gravidez. Por volta de 1/3 dessas mulheres que tiveram a primeira infecção por citomegalovírus na gravidez a transmitem para seu bebê. Se a mulher já tiver sido infectada por citomegalovírus antes de gravidez, o risco de passar o vírus para o feto é de em torno de 1%.
Para mulheres grávidas, as duas exposições mais comuns para citomegalovírus são através de relação sexual ou contato com urina e salivar de criança pequena com citomegalovírus.
Nenhuma ação pode eliminar todos os ricos de contrair citomegalovírus de crianças pequenas, mas há algumas medidas que podem reduzir a probabilidade de transmissão. O objetivo principal dessas medidas é evitar contato das mãos, nariz, boca ou olhos com a urina e saliva das crianças.
Transmissão do citomegalovírus para o bebê antes do nascimento
O citomegalovírus pode ser transmitido da mulher grávida para seu feto durante a gravidez. O vírus no sangue da mulher cruza a placenta e infecta o sangue do feto. Entre os bebês nascidos com infecção por citomegalovírus, em torno de 1 em 5 desenvolverá incapacitações permanentes, como problemas de desenvolvimento ou perda da audição.
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