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Uma das muitas formas pelas quais o colesterol no sangue pode atingir níveis
indesejáveis é através de uma dieta rica em gostura saturada e colesterol. Os
depósitos de colesterol acumular nos vasos sanguíneos elevando o risco de
doença cardíaca.
Medicamentos,
exercício físico e outras terapias podem ser prescrevidas. Porém, em muitos
casos, ons níveis de colesterol podem ser abaixados ao revisar os hábitos
alimentares e limitar os alimentos conhecidos por elevar o colesterol, como
aqueles com grande quantidade de gordura saturada. Isso não significa eliminar
totalmente seus alimentos prediletos, como sobremessas, mas encarar mais
prudentemente os tipos e quantidades de comida que ingere.
Quando
o colesterol elevado é descoberto numa pessoa sem doença cardíaca, os
médicos geralmente começam no Passo I da dieta recomedade pela American Heart Association
e NCEP.
Nesse programa, os pacinetes devem comer: 8-10% das calorias totais
diárias de gordura saturada, 30% ou menos de calorias de gorduras, menos de 300
miligramas de colesterol na dieta por dia, e apenas a quantidade de calorias
necessária para alcançar e manter um peso saudável. O médico ou
nutricionista pode sugerir um nível de calorias razoável. Os rótulos dos
alimetos também ajudam bastante para determinar a quantidade de gordura
saturada, colesterol e calorias nos diversos alimentos.
Se
o Passo I não resultar em níveis de colesterol desejáveis, o médico pode
tentar o Passo II da dieta, a qual muda os limites diários de gordura saturada
para abaixo de 7% das calorias e colesterol para menos de 200 miligramas por
dia. O Passo 2 da dieta é também para pessoas com doença cardíaca.
Em
muitos pacientes, os níveis de colesterol no sanguem podem começar a cair em
poucas semanas após começar a dieta. A quantidade de redução do colesterol
depende de muitos fatores como o nível de colesterol inicial e como o organismo
da pessoa responde às mudanças feitas. Com o tempo os níveis de colesterol
pode ser reduzidos em 10-50 miligramas por decilitro ou mais, uma quantidade
clinicamente significativa.
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