Disfunção sexual afeta quase metade dos casais brasileiros

Falta de apetite sexual e ausência de orgasmo podem ser indícios de uma disfunção sexual. Hoje, esse tipo de problema é uma das situações clínicas mais freqüentemente enfrentadas pelos médicos.

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Como um dos mais importantes fatores de risco para as dificuldades sexuais, a depressão tem crescido bastante nos últimos anos no Brasil. Segundo a médica e psicanalista, Soraya Hissa de Carvalho, a doença é responsável por boa parte desse índice e pode causar desinteresse sexual, conseqüentemente, comprometendo o desejo, e também a incapacidade de sentir prazer. 

“Sem desejo, o desempenho sexual fica impedido já no começo. Sem capacidade para o prazer, as fantasias sexuais não ocorrem e os estímulos não se realizam. Não havendo desejo, a atividade sexual é pouca ou ausente, comprometendo o relacionamento como um todo e refletindo em outras áreas da vida do casal”, afirma a psicanalista.

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Em um homem depressivo, a falta de excitação acarreta a disfunção erétil ou impotência sexual. Trata-se da incapacidade de manter a ereção e completar o ato sexual, fato que também gera frustrações e resulta em um agravamento do estado depressivo.

Já o distúrbio sexual feminino é conhecido como frigidez, e afeta grande parte das mulheres deprimidas, tendo como conseqüência a falta de prazer ou presença de dor durante as relações sexuais. A psicanalista alerta que as mulheres nessas circunstâncias acabam evitando o ato sexual e desenvolvem um sentimento de culpa. Esse sentimento aumenta seu estado depressivo. Soraya diz ainda que outro transtorno sexual freqüentemente observado entre as mulheres com depressão é a incapacidade de alcançar o prazer, o que as impede de atingir o orgasmo, conhecido como anorgasmia.

Soraya alerta ainda que o próprio tratamento para a depressão acabe induzindo às disfunções sexuais, e a freqüência desse fato pode ainda piorar quando a alteração sexual induzida pelos antidepressivos tem alta incidência. “Os pacientes reclamam com freqüência dos antidepressivos, afirmando serem comprometedores da função sexual. Esses efeitos colaterais também são responsáveis pelo abandono precoce do tratamento antidepressivo”, afirma a médica.

Segundo Soraya, no tratamento da depressão em pacientes portadores de disfunções sexuais, ou que apresentam isso como conseqüência, é fundamental o esclarecimento quanto ao aspecto reversível da função sexual, para discutir com eles as relações custo-benefício do tratamento buscando medicamentos com o mínimo comprometimento sexual. A psicanalista diz ainda que nesse caso é importante orientar também o parceiro ou parceira dos riscos do agravamento da depressão e das possibilidades para novo episódio depressivo se o uso da medicação for interrompido antes do término do tratamento.

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Outubro 2010