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No
esporte, doping refere-se ao uso de drogas que melhoram a performance,
particularmente aquelas que são proibidas pelas organizações que regulam as
competições esportivas. Outro tipo é o doping sanguíneo, tanto por
transfusão como pelo uso do Hormônio Sintético de Eritropoietina (EPO).
Também é considerado doping o uso de substâncias que mascaram outras formas
de doping
O
doping é considerado anti-ético pela maioria das organizações esportivas, e
em especial pelo Comitê Olímpico Internacional. As razões principais são a
ameaça à saúde causada pelo doping, a busca igualdade de condições de
competição e o efeito exemplar que o esporte "limpo" (livre de
doping) tem no público.
Atualmente,
tetrahidrogestrinona (THG) e modafinil estão causando controvérsia no mundo
dos esportes, com muitos casos famosos de doping por essas substâncias ganhando
cobertura da mídia. Alguns atletas detectados com modafinil protestaram que a
substância não era proibida na época, porém a World Anti-Doping Agency (WADA)
manteve as punições uma vez que modafinil
é relacionada a outras substâncias já consideradas doping. Modafinil
foi adicionada à lista de substâncias proibidas em 3 de Agosto de 2004, 10
dias antes da Olimpíada de Atenas.
Reação
das organizações esportivas ao doping
A
Associação Internacional de Federações de Atletismo (IAAF) foi a primeira
organização mundial a levar a sério o doping. Em 1928 ela já banira atletas
por doping, porém a tecnologia anti-doping disponível na época era pobre.
Não foi até 1966 que e FIFA e a União Ciclística Internacional juntaram-se
à IAAF no combate ao doping, seguidas pelo Comitê Olímpico Internacional no
ano seguinte.
Desde
aquela época o progresso da farmacologia do doping sempre era mais rápido que
a habilidade das organizações esportivas implementarem testes rigorosos anti-doping,
porém com a criação da World Anti-Doping Agency
cada vez mais atletas tem sido pegos.
Os
primeiros testes anti-doping foram feitos em 1966 e dois anos depois o Comitê
Olímpico Internacional os implementou nos Jogos Olímpicos de Verão e de
Inverno. Esteróides anabolizantes tornaram-se o doping prevalente durante os
anos 70 e depois que um método de detecção foi encontrado eles foram
adicionados à lista de substâncias proibidas do Comitê Olímpico
Internacional em 1976.
Alguns
poucos comentaristas mantêm que, como a prevenção total do doping seria
impossível, todas as substâncias dopantes deveriam ser legalizadas. Porém, a
maioria discorda desse ponto de vista apontando que os efeitos danosos do doping
a longo prazo. Com a legalização do doping todos os atletas competitivos
seriam compelidos a se doparem, e o efeito seria competições equilibradas mas
problemas de saúde espalhados entre os competidores.
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