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Um percentual considerável da população de mulheres, especialmente aquelas com descendência européia, são portadoras de genes que levam à formação de trombos (coágulos) nas veias – uma condição chamada Trombofilia. Estatísticas mostram que 10% da população tem alguma mutação genética que predispõe ao desenvolvimento de Trombose Venosa.
Mulheres trombofílicas NÃO devem fazer uso dos hormônios (especialmente o estrógeno) contidos nas pílulas anticoncepcionais e nos remédios para reposição hormonal. O risco de trombose venosa aumenta em até 149 vezes, demonstram estudos. As conseqüências para a saúde são sempre sérias.
“As campanhas de distribuição facilitada de anticoncepcionais não estão levando em consideração o risco de acidentes relacionados à trombose. O diagnóstico que liberaria a mulher para o uso de hormônios é fundamental”, alerta a equipe médica do laboratório de imunologia e genética RDO Diagnósticos Médicos, de São Paulo.
Hoje em dias as mutações genéticas para trombofilia podem ser diagnosticadas por um simples exame de DNA. Toda mulher antes de usar anticoncepcionais orais ou engravidar deveria realizar esse exame como triagem, pois a prevenção da trombose é o melhor tratamento.
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