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Rivotril,
nome comercial do Clonazepam, é um potente anticonvulsante, ansiolítico
(remédio para tratamento da ansiedade) e relaxante muscular. Rivotril
(Clonazepam) também é utilizado para casos
de overdose de anfetaminas para reverter alguns dos efeitos colaterais. Rivotril
é algumas vezes usado para tratar epilepsia
refratária. Porém o tratamento de longo prazo da epilepsia com Rivotril (Clonazepam)
tem limitações, mais notavelmente a perda do efeito anti-epiléptico devido à
tolerância e também os efeitos colaterais, como sedação. Por essas rações,
Rivotril geralmente é receitado somente para controle agudo da epilepsia.
Rivotril
(Clonazepam) tem sido usado no controle de convulções em crianças e também
de espasmos infantis. Porém, a utilidade do Rivotril é limitada devido ao
efeito danoso na função neurológica, especialmente na cognição.
Rivotril
pode ser indicado para:
* Epilepsia.
* Desordens de ansiedade.
* Ataque de pânico.
* Tratamento inicial de mania.
* Síndrome da pernas inquietas.
Em casos raros, Rivotril é usado para
tratamento da insônia devido ao seus relativamente fracos efeitos hipnóticos.
Alertas
no uso do Rivotril (Clonazepam)
Rivotril, como muitos outras benzodiazepinas, pode prejudicar a capacidade da
pessoa dirigir ou operar máquinas pesadas. O efeito depressivo do Rivotril no
sistema nervoso central pode ser aumentado pelo consumo de álcool.
Benzodiazepinas têm demonstrado causar dependência física e psicológica.
Pacientes fisicamente dependentes de Rivotril devem ter a dose lentamente diminuída
sob supervisão médica para evitar a síndrome de abstinência e seus sintomas.
Overdose
de Rivotril (Clonazepam)
A pessoa que consumiu muito Rivotril pode apresentar um ou mais desses sintomas:
* Sonolência.
* Hipotensão.
* Funções motoras (reflexos, coordenação, equilíbrio) prejudicadas.
* Tontura.
* Coma.
A menos que combinado com outro remédios, a coma profunda (ou outras
manifestação de depressão severa do sistema nervoso central) é rara.
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